Se há uma coisa que o torcedor gosta tanto quanto acompanhar um campeonato, é imaginar como será o próximo. Por isso o draft da NBA é um dos eventos mais aguardados pelos fãs de basquete em todo o mundo. A imprensa norte-americana delicia-se com as estatísticas e as apostas de especialistas sobre quem será a primeira escolha, quem causará mais impacto na liga, quem pode surpreender, quem está supervalorizado e por aí vai. E, em meio a tantos palpites, há uma quase unanimidade: quem é “o cara” da geração 2010.
Com 1,93 m de altura e 88 kg, John Wall, armador principal da Universidade de Kentucky, é o sonho de consumo dos times da NBA. Seu estilo é comparado ao de Derrick Rose, armador do Chicago Bulls. Wall, porém, parece ter mais força no ataque e uma enorme habilidade atlética. E precisará usar tudo isso caso queira ajudar seu provável novo time, o Washington Wizards, que ficou com a primeira escolha no recrutamento deste ano.
Na capital norte-americana, o armador pode encarar, logo de cara, a responsabilidade de substituir o polêmico Gilbert Arenas. Ídolo local, Arenas chegou a ser preso durante a temporada por apontar uma arma a um colega por causa de dívidas de apostas. Já pagou sua punição, mas os Wizards pretendem se livrar do encrenqueiro. Com Wall à disposição, o problema passa a virar solução.
Aos 19 anos, idade-limite para um atleta ser selecionado para atuar na NBA, o camisa 11 de Kentucky teve uma temporada excelente no basquete universitário, com médias de 16,6 pontos por jogo, 4,3 rebotes, 6,5 assistências e 1,5 roubada de bola. Os números, porém, não pesaram nas finais da NCAA. Kentucky era apontada como a favorita ao título, ao lado de Kansas, mas perdeu as finais regionais no Leste para West Virginia e ficou distante das semifinais.
Apesar da pouca idade, Johnathan Hildred Wall já tem algumas boas histórias para contar. No colegial, o armador atuou pela escola Word of God Christian, em Raleigh, cidade da Carolina do Norte onde nasceu. Esteve sempre entre os melhores do país. Nessa época, também acabou fichado na polícia local por invadir uma casa abandonada com outros dois amigos.
Na passagem para o basquete universitário, aceitou defender Kentucky, um dos times mais tradicionais do país. Mas se meteu em mais problemas antes de estrear. Recebeu benefícios para viajar com um agente de atletas – nos Estados Unidos, é radicalmente proibido qualquer contato profissional com garotos que fazem a transição do high school (ensino médio) para o college (universidade) – acabou suspenso por dois jogos pela NCAA. O armador se viu obrigado a esperar por sua primeira partida universitária, o que não diminuiu o impacto dela: diante da Universidade de Miami, acertou o arremesso da vitória faltando meio segundo para o final da partida.
Em uma lista com 66 sites norte-americanos especializados em drafts, apenas cinco não apostam em John Wall como a escolha número 1. Mesmo em uma turma que conta com grandes promessas, como o ala Evan Turner, de Kansas, e os alas-pivô Derrick Favors, de Georgia Tech, e DeMarcus Cousins, companheiro de Wall em Kentucky. Entre os estrangeiros, o pivô lituano Donatas Motiejunas, de 2,13 m, atualmente no Benetton Treviso, da Itália, é a bola da vez.
Com 1,93 m de altura e 88 kg, John Wall, armador principal da Universidade de Kentucky, é o sonho de consumo dos times da NBA. Seu estilo é comparado ao de Derrick Rose, armador do Chicago Bulls. Wall, porém, parece ter mais força no ataque e uma enorme habilidade atlética. E precisará usar tudo isso caso queira ajudar seu provável novo time, o Washington Wizards, que ficou com a primeira escolha no recrutamento deste ano.
Na capital norte-americana, o armador pode encarar, logo de cara, a responsabilidade de substituir o polêmico Gilbert Arenas. Ídolo local, Arenas chegou a ser preso durante a temporada por apontar uma arma a um colega por causa de dívidas de apostas. Já pagou sua punição, mas os Wizards pretendem se livrar do encrenqueiro. Com Wall à disposição, o problema passa a virar solução.
Aos 19 anos, idade-limite para um atleta ser selecionado para atuar na NBA, o camisa 11 de Kentucky teve uma temporada excelente no basquete universitário, com médias de 16,6 pontos por jogo, 4,3 rebotes, 6,5 assistências e 1,5 roubada de bola. Os números, porém, não pesaram nas finais da NCAA. Kentucky era apontada como a favorita ao título, ao lado de Kansas, mas perdeu as finais regionais no Leste para West Virginia e ficou distante das semifinais.
Apesar da pouca idade, Johnathan Hildred Wall já tem algumas boas histórias para contar. No colegial, o armador atuou pela escola Word of God Christian, em Raleigh, cidade da Carolina do Norte onde nasceu. Esteve sempre entre os melhores do país. Nessa época, também acabou fichado na polícia local por invadir uma casa abandonada com outros dois amigos.
Na passagem para o basquete universitário, aceitou defender Kentucky, um dos times mais tradicionais do país. Mas se meteu em mais problemas antes de estrear. Recebeu benefícios para viajar com um agente de atletas – nos Estados Unidos, é radicalmente proibido qualquer contato profissional com garotos que fazem a transição do high school (ensino médio) para o college (universidade) – acabou suspenso por dois jogos pela NCAA. O armador se viu obrigado a esperar por sua primeira partida universitária, o que não diminuiu o impacto dela: diante da Universidade de Miami, acertou o arremesso da vitória faltando meio segundo para o final da partida.
Em uma lista com 66 sites norte-americanos especializados em drafts, apenas cinco não apostam em John Wall como a escolha número 1. Mesmo em uma turma que conta com grandes promessas, como o ala Evan Turner, de Kansas, e os alas-pivô Derrick Favors, de Georgia Tech, e DeMarcus Cousins, companheiro de Wall em Kentucky. Entre os estrangeiros, o pivô lituano Donatas Motiejunas, de 2,13 m, atualmente no Benetton Treviso, da Itália, é a bola da vez.

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